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	<title>Enredo 2021 &#8211; Websamba</title>
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	<description>Site dedicado ao carnaval e ao samba</description>
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	<title>Enredo 2021 &#8211; Websamba</title>
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		<title>Iroko é o enredo da Unidos de Padre Miguel/Carnaval 2021!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eric Bakhury]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2020 15:08:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carnaval 2022]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval 2021]]></category>
		<category><![CDATA[Enredo 2021]]></category>
		<category><![CDATA[Série A]]></category>
		<category><![CDATA[Sinopse]]></category>
		<category><![CDATA[Unidos de Padre Miguel]]></category>
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					<description><![CDATA[Com sua equipe completa para o próximo carnaval, a UPM apresenta seu enredo para 2021. &#160;“A Unidos de Padre Miguel ajoelha-se respeitosa aos pés de Iroko para, &#160;emocionada e aguerrida, festejar o axé da Árvore-Orixá. Sob a sombra de seus galhos, é tempo de Xirê no terreiro sagrado do boi vermelho da Vila Vintém!” O [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft size-medium wp-image-5261" src="http://websamba.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Logo-UPM-2021-185x300.jpeg" alt="" width="185" height="300" srcset="https://websamba.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Logo-UPM-2021-185x300.jpeg 185w, https://websamba.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Logo-UPM-2021-630x1024.jpeg 630w, https://websamba.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Logo-UPM-2021-300x487.jpeg 300w, https://websamba.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Logo-UPM-2021.jpeg 700w" sizes="(max-width: 185px) 100vw, 185px" />Com sua equipe completa para o próximo carnaval, a UPM apresenta seu enredo para 2021.</p>
<p>&nbsp;“A Unidos de Padre Miguel ajoelha-se respeitosa aos pés de Iroko para, &nbsp;emocionada e aguerrida, festejar o axé da Árvore-Orixá. Sob a sombra de seus galhos, é tempo de Xirê no terreiro sagrado do boi vermelho da Vila Vintém!”</p>
<p>O enredo será desenvolvido pelo carnavalesco Edson Pereira.</p>
<p>Confira a sinopse:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>IROKO – É TEMPO DE XIRÊ.&nbsp;</strong></p>
<p><em>Iroko Kisselé! Eró Iroko Issó, Eró</em>!</p>
<p>No princípio, havia eternidade.</p>
<p>E, na eternidade, tempo ainda era silêncio.</p>
<p>Dança antiga da criação, o Aiyê fez-se nos mistérios do Axé.</p>
<p>O tempo começava a falar.</p>
<p>Plantou-se a primeira árvore, Iroko, <em>Iggi Olórum</em>, e ele passou a escutar a voz do tempo.</p>
<p>Genitor do sagrado, raízes para o alto e para baixo, Aiyê e Orun ligados.</p>
<p>Orixá da Árvore, Árvore Orixá – e os outros Orixás por ele descendo ao Aiyê!</p>
<p>Árvore-Orixá dos mistérios, raízes ancestrais no fundo da terra e também bailando ao vento</p>
<p>pelos céus.</p>
<p>Orixá-Árvore do infinito, do início e do fim, mestre de todas as Árvores, e todos os <em>Osa</em></p>
<p><em>Iggi </em>curvam-se à sua existência.</p>
<p>Árvore da vida do que é, do que foi, do que virá a ser, e a vida seguindo sendo vida.</p>
<p>Irmão de Ajé, a feiticeira mãe de um passarinho, e de Ogboí, a mulher com dez filhos, é a</p>
<p>Árvore das mulheres-pássaros <em>iamis</em>, semeadoras rígidas das respostas aos pedidos.</p>
<p>Germinou como lar e guardião da ancestralidade, enquanto ele reside mesmo é no tempo,</p>
<p>sem amarras, nem clausuras. Quando os <em>oluôs </em>pediram para Iroko fazer parte do Axé, não</p>
<p>quis ele casa alguma: viveria livre junto ao Povo de Santo, junto a todas as Nações.</p>
<p>No balanço do tempo, Iroko acolhe os temores e consola as aflições. Justiceiro, Iroko dá,</p>
<p>Iroko tira. Engole os devedores. Corrige as desfeitas. É clemente com os arrependimentos.</p>
<p>Conforta suas <em>iaôs</em>&#8230;</p>
<p>&#8230;E guarda a natureza!</p>
<p>Foram os Orixás ao encontro de Iroko e então Iroko-Árvore, Morada dos Orixás. Grande e</p>
<p>belo, Iroko protege da tempestade e conversa com o vento, através dele suspirando seus</p>
<p>chamados e espalhando sua dádiva.</p>
<p>Iroko, Orixá do Morim, cabendo aos homens abraçá-lo com o <em>ojá</em>. Na <em>Dança da Avania</em>,</p>
<p>andando Iroko pelo Aiyê, conta o que viu e o que ouviu, quando amou e quando guerreou,</p>
<p>ao fim fincando-se no chão, a Grande Árvore Sagrada.</p>
<p>Iroko dos ciclos, da terra, do ar, do fogo; do sol que brilha quente e forte queimando o</p>
<p>mundo, às folhas mortas que caem sob o desígnio do tempo rotundo; do frio gelado que</p>
<p>castiga com dores na alma, às flores do recomeço da cicatrização da ferida; da vida sem</p>
<p>vida dos minerais, à magia da água como fonte mãe alimento do Axé da vida da natureza.</p>
<p><em>Irôko Issó! Eró! Irôko Kissilé!</em></p>
<p>Iroko dos caminhos. Caminhos que vem e vão, e o mundo rodando à sua vontade. Na</p>
<p>floresta, ao lado de Ossain, declama com seus galhos e folhas os retorcidos mistérios do</p>
<p>verde universo. Orixá se transmuta em árvore, árvore se torna Orixá e o povo virando no</p>
<p>Santo! O Grande Guardião e a vida em louvação.</p>
<p>Orixá Árvore das trilhas em cruzamento e Iroko Senhorio do <em>Otim</em>. Árvore também vivenda</p>
<p>dos mortos, com <em>Icú </em>revelando-se indomável aos seus pés durante a noite. Árvore-</p>
<p>Cemitério, dos <em>ajejês</em>, dos <em>abicus</em>, lança sua sombra cobrindo os términos dos ciclos, em</p>
<p>junção com os segredos de Nanã e Obaluayê.</p>
<p>Generoso, grande amor de Yewá, Iroko também brilha e vibra possibilidades de renovação.</p>
<p>Senhor do que recomeça, do que o vento leva e traz no toque do atabaque da transformação,</p>
<p>pois ele ouve o tempo e o tempo segue, ciclo eterno de mudança.</p>
<p>O branco, a sua cor, união de todas as cores do arco-íris da sua ligação com Oxumarê, o</p>
<p>mesmo branco do sangue dos <em>ibis</em>. Ele, a brasileira Gameleira, em comunhão com Obatalá.</p>
<p>Assim, a Árvore-Orixá da fartura e da fertilidade, feliz, dá frutos: Árvore Maior, Iroko é e</p>
<p>será para todo o sempre a abundância na plenitude dos dois mundos. De sua copa frondosa,</p>
<p>resplandece o equilíbrio sobre tudo, Iroko regenerando a vida infinitamente, fazendo</p>
<p>triunfar a união na paz de Oxalufã, cujo <em>opaxorô </em>é feito de um de seus galhos.</p>
<p>Enfim, rigoroso, caem as folhas como lágrimas de desespero, implacável contra aqueles</p>
<p>que cultivam o erro. O Orixá que brada a guerra quando não é tempo de perdoar. Todavia,</p>
<p>Iroko também sabe curar, sempre disposto a ouvir.</p>
<p>E como gosta de ouvir! Lamentos, pedidos, choros, rezas, agruras, dores, tristezas.</p>
<p>Paciente, escuta-os. Reto, cobra as alegrias e as farturas atendidas. Mulheres e homens, nas</p>
<p>raízes e tronco sob as folhas, batem cabeça pelas bênçãos do seu Axé, por perdão pelos erros cometidos.</p>
<p>Os antigos ainda contam, por fim, que Iroko soprou através do vento um chamado a uma</p>
<p>jovem que dançou e rodopiou, indo girando ao seu encontro para tornar-se Filha&#8230;</p>
<p>&#8230; E hoje, em sua homenagem, Ela, a Unidos de Padre Miguel, pede licença!</p>
<p>Com o Estandarte resplandecendo o vermelho do nosso sangue fervendo Carnaval e o</p>
<p>mesmo branco do <em>ojá </em>de Iroko, pedimos licença para celebrar a felicidade da devoção e</p>
<p>oferecemos o banquete da alegria de viver sob a sombra da Árvore Sagrada.</p>
<p>A Unidos de Padre Miguel, emocionada e aguerrida na gira da Vila Vintém a passar pela</p>
<p>Sapucaí, canta os mitos e estórias sagrados, festejando as raízes, o tronco, os galhos, as</p>
<p>folhas e o Axé da Grande Árvore, ajoelhando-se respeitosa aos pés de Iroko pelas graças</p>
<p>abençoadas do Orixá!</p>
<p>Aqui e agora, tributo ao Senhor da Árvore, é Tempo de Xirê!</p>
<p>“<em>No tronco da Gameleira,</em></p>
<p><em>Meu Iroko eu vou louvar!</em>”.</p>
<p><strong>Carnavalesco</strong>: Edson Pereira</p>
<p><strong>Enredo</strong>: Edson Pereira e Comissão Artística</p>
<p><strong>Sinopse e pesquisa</strong>: Edson Pereira, Victor Marques e Clark Mangabeira</p>
<p><strong>Glossário: </strong>1) “<em>Iroko Kisselé! Eró Iroko Issó, Eró!” &amp; “Irôko Issó! Eró! Irôko Kissilé!” </em>– Saudações a Iroko: “Salve Grande Iroko! O Senhor de todas as Árvores!”</p>
<p>2) Eró – calma! 3) Iggi Olórum – árvore do Senhor dos Céus</p>
<p>4) Osa Iggi – orixá(s) da Árvore 5) Oluôs – advinhos</p>
<p>6) Otim – cachaça 7) Iamis (ou Yamis) – mulheres-pássaros e feiticeiras</p>
<p>8) Abicus – espíritos de crianças marcadas por reiteradas mortes 9) Icú – morte</p>
<p>10) Dança do Avania – viagem de Iroko pelo Aiyê, na qual são narradas todas as suas aventuras. Representação ritualística da viagem.</p>
<p>11) Ajejê (ou axexê) – ritual fúnebre 12) Ojá – tira de pano branco que é amarrada ao redor do tronco do pé-de-Iroko, em</p>
<p>ritual ao Orixá. 13) Morim – pano branco de algodão</p>
<p>14) Aiyê – terra 15) Orun – céu</p>
<p>16) Opaxorô – “cajado” de Oxalá 17) Ibis – tipo de caracol, animal de Oxalá.</p>
<p>18) “<em>No tronco da gameleira, Meu Iroko eu vou louvar</em>”- trecho do Ponto “Iroko”, na voz e ritmo de Juliana D Passos e a Macumbaria (letras.mus.br/juliana-dpassos-</p>
<p>e-a-macumbaria/iroko/)</p>
<p><strong>Bibliografia principal: </strong>Martins, Cleo; Marinho, Roberval. <strong>Iroco &#8211; “O Orixá da Árvore e a Árvore Orixá”. </strong>Coleção Orixás. Rio de Janeiro: Pallas, 2010.</p>
<p>Bastide, Roger. <strong>As Religiões Africanas no Brasil</strong>. 2 vol. São Paulo: Pioneira, 1985.</p>
<p>Goldman, Márcio. <strong>Possessão e a construção ritual da pessoa no Candomblé</strong>. Dissertação de Mestrado, Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social, Museu Nacional, URFJ, 1984.</p>
<p>Prandi, Reginaldo. <strong>Mitologia dos Orixás</strong>. Companhia das Letras: São Paulo, 2001.</p>
<p>Verger, Pierre Fatumbi. <strong>Orixás – Deuses Iorubás na África e no Novo Mundo</strong>. Salvador: Corrupio, 2002.</p>
<p>Verger, Pierre Fatumbi. <strong>Notas sobre o culto aos Orixás e Voduns</strong>. São Paulo: EDUSP, 2000.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Unidos da Ponte levará história da Santa Dulce dos Pobres para a Sapucaí/Carnaval 2021!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eric Bakhury]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2020 14:52:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carnaval 2022]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval 2021]]></category>
		<category><![CDATA[Enredo 2021]]></category>
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<p>Marcada por escolher temas ligados às religiões de matriz africana, a Unidos da Ponte resolveu apostar na história da religiosa nascida em Salvador, na Bahia, que dedicou sua vida à caridade e assistência aos pobres necessitados, sendo mais tarde canonizada, recebendo o título de Santa Dulce dos Pobres.</p>
<p>Guilherme Diniz explica como surgiu a proposta do enredo: &#8220;Tínhamos outros temas elaborados, mas achamos que pelo momento que vivemos a melhor opção seria homenagear este ser de luz&#8221;. A dupla confia num carnaval inesquecível, como destaca Rodrigo Marques: &#8220;Temos certeza que nossa comunidade vai abraçar o projeto e vamos emocionar a todos que estiverem na Marquês de Sapucaí&#8221;.</p>
<p>Apesar seu calendário de eventos suspenso, conforme orientação da Lierj, devido ao novo coronavírus, a Unidos da Ponte segue trabalhando forte em seus bastidores em busca do fortalecimento de sua equipe. Além dos carnavalescos Guilherme e Rodrigo Marques, a escola contratou o Intérprete Daniel Collete, o Diretor de Carnaval Wallace Oliveira, que se junta a Burunga e Mauro Tito, o Coreógrafo Valci Pelé, além dos Diretores de Harmonia Julio Cesar Caju e Cátia Cristina Sant’ana, e renovou com o Mestre Vitinho.</p>
<p>&nbsp;</p>
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